Nunca foi apenas sobre startups.
Quando entrei nesse universo, em 2011, eu não estava procurando uma nova profissão. Estava procurando uma forma diferente de enxergar problemas. Na época, eu ainda não imaginava que essa experiência influenciaria toda a minha vida profissional.
Ao longo dessa jornada, vivi experiências que transformaram a maneira como penso negócios. Em 2016, participei do Empretec, metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aplicada pelo Sebrae, uma imersão que ampliou minha visão sobre comportamento empreendedor, tomada de decisões e desenvolvimento de empresas. Essa trajetória também foi construída em programas de inovação, incubação e aceleração, como o Founder Institute e a HITT/FAPETI, além da convivência constante com empreendedores, startups e novos modelos de negócio.
Foi nesse ambiente que acompanhei ideias nascerem, modelos de negócio serem validados, empresas crescerem, outras mudarem completamente de direção e algumas encerrarem suas atividades antes mesmo de chegar ao mercado. Ali compreendi que inovar vai muito além de ter uma boa ideia. É observar, testar, ouvir, adaptar e seguir aprendendo.
Essa forma de pensar transformou toda a minha trajetória.
Mesmo atuando com marketing, estratégia, comportamento humano e, mais recentemente, inteligência artificial, continuei levando comigo a mentalidade construída no ecossistema de startups: fazer perguntas melhores, experimentar antes de ter todas as respostas e desenvolver soluções centradas nas pessoas.
Hoje percebo que as startups nunca foram apenas uma etapa da minha carreira. Elas moldaram a maneira como penso, trabalho e construo projetos. Mais do que participar desse ecossistema, incorporei uma forma de enxergar desafios que permanece presente em tudo o que faço, seja desenvolvendo novos negócios, criando estratégias para empresas ou construindo iniciativas como a Terapeutas Digitais.
É essa visão que levo para cada projeto, cada mentoria e cada empresa com a qual tenho a oportunidade de colaborar.